24 de jun. de 2020

Avon Maxime Him - Avaliação Perfume


O lançamento de Maxime e Maxima mostra o como a Avon tem sofrido para se manter relevante, fazendo escolhas administrativas que são bem esquisitas e mostram problemas internos de administração. A dupla de perfumes foi posicionada como o novo pilar de fragrâncias da marca, com uma propaganda mais ambiciosa, frascos bonitos e atraentes e um conceito de resgatar e se inspirar nos perfumes do passado remoto. E ainda sim em vários territórios da Avon simplesmente Maxima e Maxime nunca foi lançado.

Não sei se essa dupla foi cancelada por questões de integração da Avon com a Natura no Brasil só sei que a julgar pelo masculino a decisão foi acertada da Natura. Maxime teoricamente vende uma fragrância vigorosa com Olíbano, ressaltando o lado precioso, raro e divino. Na prática ele é o que sua apresentação e campanha mostram, uma inspiração do Invictus. Só que Maxime é uma versão genérico do Invictus, que já não é um perfume muito original.

O Olíbano simplesmente não se destaca e não há nada clássico ou primitivo aqui, só uma combinação de notas cítricas, um aroma fresco um pouco aquático e um fundo ambarado pesado. Performance não chama a atenção e se o perfume parece forte a princípio em pouco tempo se torna suave. É infelizmente um desperdício de um belo frasco e de um investimento em uma campanha de lançamento mal executada.