4 de set. de 2020

Phebo Zimbro - Avaliação Perfume


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Em Zimbro a Phebo acaba conduzindo de uma maneira imprecisa o consumidor pelo nome que dá a composição. Também conhecido por Junípero o Zimbro é uma especiaria obtida das bagas de uma árvore da da família do Cipestre. Seu aroma possui uma nuance terpênica, fresca e com aspectos que remetem ao pinho, características que não são evidentes nessa composição. Entretanto o Zimbro é um dos principais ingredientes usados no Gin e nessa composição a Granado de fato parece se inspirar mesmo na utilização do Gin na criação do Gin Tonica.

Sendo assim, o zimbro mesmo é utilizado de uma maneira abstrata, dentro de uma ideia de um gin tônica em perfume, um aroma refrescante para um dia de calor. Isso a fragrância entrega perfeitamente: a saída é bem refrescante e aromática, entre o cheiro de grapefruit e algo que remete a limão e um toque herbal de alecrim. Há um fundo de conhaque para dar uma nuance alcóolica ao passo que hortelã e e lavanda criam um aspecto aromático levemente gelado à composição.

O cheiro seco e com nuances de pinho do Zimbro acaba se perdendo dentro desse contexto da mesma maneira que a pimenta não é muito perceptível. Como boa parte das notas que dão identidade à essa composição são voláteis o perfume rapidamente perde o seu lado mais fresco e vivo, terminando numa base de cedro e musk que consegue ser tão ou mais discreta do que o perfume Maia. É um dos aspectos mais frustrantes de Zimbro, que consegue entregar uma fragrância bem elaborada para dias de verão mas não consegue fazer com que a mesma dure na pele sem perder a identidade.

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